Quando a autenticidade bate na porta, a robótica sai pela janela
Sabe aquela sensação de ler algo que parece montado numa fábrica de palavras sem alma? Pois é, sua escrita pode estar nesse caminho se você não cuidar para soar humano. Escrever não é só empilhar informações; é jogar um pouco de si ali, como se estivesse contando uma história ao amigo numa mesa de bar. Se você ainda não percebeu, textos robóticos sabotam qualquer conversa, até aquela do café da manhã.
Imagine a cena: você tenta explicar um problema complicado pro seu chefe. Se sua linguagem for seca, talvez ele preste atenção superficialmente. Agora, se você soltar uma frase com uma pitada de humor, um exemplo do dia a dia, pronto! Você fisga o interesse e cria conexão. Isso é autenticidade trabalhando para você.
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Como evitar o monstro do lugar-comum e do clichê na sua escrita
Tem uma armadilha fácil de cair: o textão técnico, cheio de jargões e frases feitas. Aqui vai uma receita infalível para escapar desse buraco:
- Esqueça expressões batidas e previsíveis. Se a ideia parece um replay, mude a rota.
- Seja visceral, conte suas derrotas, suas vitórias; traga seu leitor para seu universo.
- Varie a estrutura das frases, nada de tudo quadrado e previsível.
Lembra daquele blog de viagens que você leu e parecia conversa de amigo? Ele provavelmente fugiu dessa armadilha e investiu em narrativas reais, com detalhes honestos. Quando você escreve assim, o leitor sente que está ali, vivendo aquilo com você.
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O poder das frases curtas e das pausas que fazem o coração bater mais forte
Aqui vai uma estratégia que parece simples, mas que muita gente ignora: a variação do ritmo. Misturar frases curtas com longas é como dar uma música que faz você querer dançar.
Pense comigo. Quando você fala rápido demais, perde atenção. Muito devagar, entedia. Escrever tem que ser o mesmo jogo. 👊
Exemplo prático:
- “Ele chegou. Silêncio. Tudo parou. Então, um sorriso apareceu.” Frases curtas que atacam direto.
- Depois, um parágrafo longo explicando o contexto, emoções, o que levou àquele momento.
Essa alternância cria interesse, prende o leitor. E você, escritor, parece mais vivo, mais real.
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Histórias que nasceram de um café: o que sua escrita pode aprender com conversas reais
Pegar leve, deixar o texto fluir como uma prosa entre amigos, é domínio dos grandes contando histórias.
Era uma vez uma escritora que sempre travava ao tentar fazer textos formais. Um dia, resolveu contar tudo como se falasse com a prima na varanda. Resultado? Texto ganhou alma, leitores vieram e ficaram.
O que essa história ensina? Seja pessoal. Traga exemplos do cotidiano, detalhes que só quem está perto percebe. Conte um trecho de uma conversa verdadeira, uma dúvida sua sincera, um erro feio. Isso gera confiança e aproximação.
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Por que você ainda deve se importar com a humanidade na era da inteligência artificial?
Robôs aprendem rápido, copiam rápido, entregam rápido. Mas sabem o que falta? Aquela faísca bagunçada, o erro bonito, a emoção que só a pele sentindo o frio entende.
Se você deixar sua escrita quadrada e fria, vai arriscar virar só mais um na multidão digital. A diferença está em mostrar que você tem histórias pra contar, que você sente raiva, alegria, medo, paixão.
Não é ser perfeito. É ser real. Essa lição não tem substituto. Na linha de frente do marketing, do jornalismo, da literatura, a autenticidade é seu superpoder invisível.
Então, que tal começar agora? Tire seu texto da jaula e deixe ele respirar fundo. Seus leitores vão agradecer — e voltar para mais.






