A Vibe:
Ah, o existencialismo! Aquela filosofia que parece um quebra-cabeça cósmico jogado na nossa cabeça. Mas, calma lá! Entender Sartre não precisa ser tão assustador quanto olhar para um céu estrelado e sentir que sua própria existência é um grão de areia na praia do infinito. Este tutorial vai te guiar por essa selva filosófica com uma lanterna na mão e um sorriso no rosto.
O Arsenal:
- Um livro de Jean-Paul Sartre (ou um resumo esperto, se você estiver com pressa)
- Um caderno para anotações (porque ideias precisam de um esconderijo)
- Uma boa dose de curiosidade terrible
- Uma pitada de coragem para encarar a liberdade sem rede de proteção
- Um relógio imaginário para lembrar que a existência precede a essência (tempo é coisa nossa!)
O Plano de Ataque:
- 🧐 Entenda o cenário: Sartre nos joga direto no tabuleiro da liberdade absoluta. Imagine que você é o jogador e o tabuleiro é o mundo que não tem regras definidas para você.
- 🤔 A existência precede a essência: Antes de você ser o que vai ser, você simplesmente existe. Pense nisso como uma folha em branco esperando suas pinceladas.
- 🕺 Liberdade e responsabilidade: Liberdade é uma espada de dois gumes — você pode dançar com ela, mas cuidado para não se cortar com suas escolhas.
- 😰 Angústia existencial: Não é um pesadelo, é o preço de saber que você cria seu próprio caminho.
- 💪 Mau-fé: A tentação de fugir da responsabilidade fingindo que não escolheu nada. Não seja essa pessoa!
- 🌟 Crie seu próprio sentido: A vida não vem com um manual de instruções; o presente é seu para esculpir.
O Pulo do Gato:
Quando bater aquela angústia, respire fundo e lembre-se: até Sartre considerava que criar significado é um ato heroico. Você está no controle do pincel, não do quadro pronto.
Aviso de Perigo:
Não caia na armadilha de pensar que existencialismo é sinônimo de sofrimento eterno. É mais como um jogo onde você é o protagonista, e a trama depende das suas escolhas — com direito a sequelas emocionais e reviravoltas! Divirta-se, mas cuidado para não se perder no labirinto do “ser ou não ser”.






